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Voltamos há 10 dias da viagem que fizemos à Brasília e, graças a Deus, com a excelente notícia de que nosso visto foi aprovado!

Nossa saga foi assim:

Compramos nossas passagens Manaus-Brasília para fevereiro/2013 numa promo da TAM em novembro/2012.

Minhas filhas, marido e mãe já estavam com o passaporte OK. O meu venceria em agosto/2013 e, por isso, resolvi tirar outro no final de novembro. A minha sogra também tirou o dela.

Com todos os passaportes em mãos, preenchi todos os DS-160 (para saber como preenchê-lo, clique aqui). Fui para o site de agendamento e dividi a família em duas, pois não consegui incluir a minha sogra. Num agendamento, eu (solicitante principal), mais minhas filhas e mãe. No outro, meu marido (solicitante principal) acompanhado da mãe dele. Depois paguei as taxas. Já era final de dezembro/2012. Fevereiro ainda não estava aberto para agendamento no CASV e tive que esperar virar o ano.

No dia 04/01/2013, eu fiz os dois agendamentos por telefone, para o mesmo dia e hora, tanto para o CASV quanto para a Embaixada, em Brasília. Recebemos, eu e meu marido, o e-mail de confirmação imediatamente.

Fiz o mesmo procedimento para a filha da secretária da minha mãe. Só que ela, menor, só teve agendamento para o CASV.

Viajamos sábado, 23/2, para Brasília.

CASV, 24/2/2013, 13h

No domingo, fizemos o procedimento no CASV. Chegamos 12h50 e já tinham umas 30-40 pessoas do lado de fora. Em Brasília, não adianta chegar antes quem tem hora marcada para mais tarde, pois não será atendido!

Um funcionário do CASV informou que somente as pessoas agendadas para 13h deveriam permanecer na fila. Como estávamos com crianças, entramos como prioridade.

Tivemos que apresentar SOMENTE passaporte e confirmação do DS-160. E uma foto 5×7 para as crianças.

Chegando, revistaram bolsa e passaram escâner pelos adultos. Celular entrou, mas desligado.

Depois entregamos os passaportes num balcão, onde confirmaram o endereço de entrega. De lá seguimos para uma fila, onde ficam os guichês para tirar foto e impressão digital. São 34 no total e o atendimento é rápido.

O funcionário que me atendeu era bem sério e até um pouco ríspido. Perguntou –me duas vezes se eu tinha lido um aviso que tem do lado direito do guichê, que informa sobre a veracidade das informações e o cometimento de crime em caso de falsa informação prestada. Eu respondi duas vezes que sim e por pouco não perguntei a ele se ele queria que eu dissesse sobre o que era… mas calei-me. Ele tirou a foto, pediu para colocar os dedos para registro das impressões e devolveu-me o passaporte. Disse que o próximo passo era no dia 25/2, às 8h30. Levantei e fui embora.

Conversando com os demais, somente eu fui “mal” atendida. A minha mãe disse que a moça que a atendeu até disse como ela deveria posar para a foto… vai entender…

CASV, 25/2/2013, 7h

O agendamento da filha da secretária da minha mãe foi segunda-feira, no primeiro horário. Como já sabíamos onde era e como era o procedimento, chegamos às 7h mesmo. Ela e a mãe viajaram conosco. Ela tem 9 anos e levou a foto 5×7, como pedido. Mas como ela estava presente no momento, ela tirou a foto na hora. Eles ficaram somente com o passaporte dela e a página de confirmação do DS-160. A carta de custeio não foi necessária. 

EMBAIXADA DOS EUA, 25/2/2013, 8h30

Saímos do hotel às 8h. Ele ficava bem próximo à Embaixada e na noite anterior eu tinha visto no Google maps como chegar. Fomos eu, marido, mãe e sogra. Avisei a todos para levarem somente os documentos e passaporte com confirmação. Nada de bolsas, nada de celulares.

Já havia umas 100 pessoas do lado de fora da Embaixada quando chegamos. Três filas indianas, uma ao lado da outra. Entramos na de 8h-8h30, que já estava sendo atendida.

Apesar de termos feito dois agendamentos, na portaria já nos reunimos como família e entramos todos juntos. Na revista, um segurança muito simpático brincou dizendo que meu marido ficaria na frente, seria um pouco torturado, e nós ficaríamos atrás, só vendo, mas que daria tudo certo… eu estava muito apreensiva… Eles revistam a bolsa de quem tem (nós não tínhamos, mas deixamos as pastas em cima de uma mesa) e passamos por um detector de metais, um a um. Depois passamos pela guarita, onde a segunda porta de ferro que dá para a Embaixada só é aberta quando a primeira (também de ferro) pela qual passamos antes é fechada.

Entramos. Andamos uns 300 metros até chegar ao local onde é feito todo o procedimento para a entrevista. Tudo é bem sinalizado. O primeiro passo é entregar os passaportes para receber uma senha. Nessa hora meu marido arregou e eu fiquei na frente de combate – rsrsrs. Tudo bem, afinal eu tinha preenchido os formulários e ninguém melhor mesmo para ser fuzilada – rsrsrs. Entregaram-nos 6 senhas, mas somente a primeira foi chamada para receber de volta os passaportes. Aguardamos uns 10 minutos e nos chamaram.

Fomos para o guichê 10. Ele tem um recuo de 1,5m, aproximadamente, semelhante a um provador de roupas sem cortina/porta. Ficamos em pé em frente a um vidro, com uma passagem para a entrega dos passaportes, semelhante ao de um caixa de loteria. Nesse momento não tinha ninguém para nos atender. Esperamos 2-3 minutos, até que apareceu uma Cônsul (acho que devia ter entre 30-35 anos), simpática, e pediu os passaportes.

Ela acessou o sistema e perguntou logo:

C-  Isabelle?

Eu- Sim (eu, na frente do pelotão, com meu coração batendo tão forte, que acho que dava para ouvir do lado de fora. Eu estava muito nervosa!).

E identificou os demais.

C- Qual a relação de vocês.

Eu – Expliquei.

C – Qual sua profissão.

Eu – Respondi a minha e dos demais. A da minha mãe ela pediu para dizer o que ela fazia antes de se aposentar.

C – Onde você trabalha?

Eu – Respondi . Meu marido também.

C – É concursada?

Eu – Disse que não, que é contrato temporário.

C – Quantos funcionários você tem (para o meu marido, que é sócio de uma empresa)?

Ele – Respondeu.

C – Vocês moram em casa própria?

Eu – Sim.

C – Todos juntos?

Eu – Não, e disse que cada um tinha uma casa.

C – Voces já viajaram para outro pais?

Eu – Disse que eu e minha mãe sim e falei qual.

C – Para onde vocês vão?

Eu – Orlando.

Ela não pediu para ver qualquer documento (levei tudo, até escritura da nossa casa…).

Daí ela começou a digitar. E digitava, digitava, digitava. Cinco minutos se passaram. Eu observava que quando ela parava de digitar, ela rolava o mouse. De vez em quando a tela do computador mudava, porque a luz mudava também. Teve uma hora em que ela colocou o dedo na boca, como quem está preocupada, e naquela hora eu pensei: não conseguimos…

Foi, de fato, um momento muito apreensivo. Todo mundo calado naquele “provador”, em pé, só na expectativa. Até que ela se vira pra mim, inclina um pouco o corpo para frente, sorri e diz: seu visto foi aprovado!

Agradeci, sorri e saímos. Meus olhos se encheram de lágrimas, mas as segurei. Tinha muita gente sentada, esperando ser atendido. Saímos e fomos conversando, animados, sobre a aprovação. Eu estava em êxtase! Feliz, feliz!

CHEGADA DOS PASSAPORTES

Na quarta-feira, 27/2, à noite, eu e meu marido recebemos e-mail informando que nossos passaportes já tinham sido enviados pela DHL para entrega.

Na sexta-feira, 1/3, minha mãe me ligou por volta das 16h informando que os 6 (seis) passaportes foram entregues. Eles chegaram individualmente envelopados. Minha mãe abriu o dela e disse que deram 10 anos de validade. À noite eu passei com as crianças na casa dela para pegar os nossos e… 10 anos de validade também!

O da Vivi, filha da secretária da minha mãe, somente foi entregue à DHL na tarde do dia 1/03 e demorou um pouquinho para chegar, o que nos gerou uma certa expectativa, pois o dela não sabíamos se o visto seria ou não aprovado.

Hoje, 06/3, chegou finalmente o passaporte dela à casa da minha mãe e… visto bonitinho nele, com 10 anos de validade!

CONCLUSÃO

Vamos pra Disney!!! Uhuuuuuuuuuuuuu!!!

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